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  • Um disco de vinil branco marmorizado, parcialmente encaixado em sua capa, adornada com ilustrações abstratas em amarelo e desenhos artísticos em traço preto sobre fundo preto. O texto em amarelo destaca o design, captando a energia vibrante de Onça Combo: s/t — um inovador trio instrumental brasileiro aclamado por seu estilo de jazz espiritual. Lançado pela Goma Gringa Discos.
  • Design minimalista e moderno da capa do álbum “Onça Combo: s/t”, da Goma Gringa Discos, apresentando um desenho abstrato em amarelo de um animal sobre fundo preto, com “ONÇA COMBO” em letras amarelas em negrito e texto estilizado acima e abaixo — capturando o estilo do jazz espiritual desse trio instrumental brasileiro.
  • Arte digital abstrata com padrões de linhas amarelas, intricadas e em espiral, formando formas orgânicas em torno de um vazio preto central, sobre um fundo preto — evocando a energia vibrante do álbum *Onça Combo: s/t*, da Goma Gringa Discos, e as improvisações fluidas do jazz espiritual.
  • Um disco de vinil com uma arte abstrata dourada na capa está em pé sobre uma mesa de madeira, apresentando “Onça Combo: s/t”, o mais recente lançamento da Goma Gringa Discos. Ao fundo, podem-se ver prateleiras cheias de discos, uma planta verde e uma caixa de papelão.
  • Um cartão preto com um intrincado desenho abstrato dourado está aberto sobre uma mesa de madeira, revelando anotações manuscritas em seu interior — uma cena que evoca a elegância comovente do jazz espiritual. Ao fundo, uma cortina branca texturizada difunde suavemente a luz, lembrando uma apresentação do Onça Combo: s/t pela Goma Gringa Discos.
  • Um livreto aberto do álbum “Onça Combo: s/t”, da Goma Gringa Discos, está apoiado sobre uma superfície de madeira, exibindo textos escritos à mão e desenhos abstratos a tinta preta em suas páginas brancas. A página esquerda mostra um esboço de uma figura pouco nítida, enquanto a direita apresenta uma arte ousada e esboçada, além de listas de nomes — possivelmente membros do trio instrumental brasileiro Onça Combo, conhecido por seu estilo de jazz espiritual.
  • Um close-up do encarte do álbum “Onça Combo: s/t”, da Goma Gringa Discos, com texto e ilustrações impressos em preto sobre papel branco, repousa sobre uma superfície de madeira. O texto, parcialmente legível, inclui nomes e informações sobre o site, destacando as influências do jazz espiritual do trio instrumental brasileiro Onça Combo.
  • Close-up de uma ilustração intricada em folha de ouro sobre um fundo escuro, com linhas abstratas em espiral e formas orgânicas e luminosas — refletindo o espírito rítmico de “Onça Combo: s/t”, da Goma Gringa Discos.
  • Uma mão segura um disco de vinil transparente com leves manchas. O rótulo exibe uma ilustração detalhada em preto e branco de um pássaro em voo contra um fundo claro, ecoando a arte evocativa típica dos álbuns de jazz espiritual lançados por trios instrumentais brasileiros, como o Onça Combo. Este disco homônimo, Onça Combo: s/t, é lançado pela Goma Gringa Discos.
  • Um close-up do disco de vinil translúcido e marmorizado “Onça Combo: s/t”, da Goma Gringa Discos, mostra um rótulo branco com uma ilustração de dois pássaros e um texto quase imperceptível abaixo. Conhecido por seu vibrante estilo de jazz espiritual como um trio instrumental brasileiro, este lançamento da Onça Combo exibe uma arte visual e musical impressionante.

    Onça Combo: s/t

    • ↘ gglp-011 • 2017 • 150 cópias • 20 unidades com capa desenhada a mão

    Projeto musical de investigação da confluência de tradições estéticas e místicas indígenas, ibéricas e latinas encontradas no Brasil, particularmente no Nordeste, o trio instrumental ONÇA COMBO apresenta o seu disco de estreia, homônimo.

    A Onça, um animal de grande protagonismo simbólico em toda a América - e em notável risco de extinção - é invocada aqui para honrar uma tradição estética livre e visceral, latina, brasileira.
    Estruturado a partir da viola de 10 cordas, o trio busca explorar algumas misturas ainda pouco populares entre estas tradições, concentrados na vocação para uma música espiritual, livre e dramática. A rusticidade e a liberdade harmônica de parte da música folk sul-americana é também uma influência central.
    Outro forte norteador é o Jazz, em sua definição mais ampla, mas com ênfase naqueles que buscam uma estética de espiritualidade e transcendência.

    • Edição ultra-limitada de 150 cópias só, sendo 130 impressas e 20 desenhadas a mão.
    • Disco de 180gr "esfumaçado" (mistura de transparente e preto) prensado pela Vinil Brasil.
    • A capa, assinada pelo artista Thiago Verdee, é o nosso modelo de capa dura empastada gatefold.
    • Capa: Impressão 1x0, Pantone dourado sobre papel preto fosco tingido na massa.
    • Forro: Impressão 1x0, PB sobre papel offset alta-alvura.
    • Rótulos carimbados a mão.

    Produzido por Thiago Leiros-Costa.
    Gravado nos dias 12.01 e 21.07 de 2015 por Marcelinho Macedo e Paulo Tazz no Peixe Boi Estúdio - João Pessoa - Paraiba.
    Mixado na mesa por Gustavo Mendes no Movido Estúdio - São Paulo.
    Masterizado por Leonardo Nakabayasmi no Banzai Estúdio - São Paulo.

    Arte e Tipo por Thiago Verdee
    Layout e Produção Gráfica por Frederic Thiphagne
    Liner Notes por Lucas Nobile
    Prensado pela Vinil Brasil - São Paulo

    Matthieu e Fred (Goma Gringa) agradecem especialmente:
    Walter Moreira e a gráca Águia, Euler Grangeia, Michel, Ezio, Pepe, Rodolpho e a equipe Vinil Brasil, Marcel Fracassi, Itamar Dantas, Lucas Nobile e Ramiro Zwetsch pelo apoio de sempre e a excelência do trabalho.

    Seja pelo prisma da História, seja pelo frescor da atualidade, a música brasileira surpreende por inúmeros fatores. Entre eles, há uma virtude destacada: a de conceber discos extremamente inteligentes e que conseguem ao mesmo tempo soar naturais, inteligíveis e sem um pingo de pedantismo. Neste caminho, basta lembrar dos recentes álbuns de nomes como Rodrigo Campos, Metá Metá e Vicente Barreto (todos artistas com trabalhos lançados pelo selo Goma Gringa).

    Quando a agulha do toca-discos baixar e encontrar o vinil do Onça Combo, os ouvintes estarão diante de mais um desses alumbramentos, de um exemplar de obra muito bem amarrada, pensada, mas louvavelmente “anti- cabeçuda”. Música para se ouvir com a alma e com o corpo.

    Antes de o projeto deste trio vir à tona, seus integrantes palmilharam diferentes caminhos, embora com algumas semelhanças entre si. Os paraibanos Thiago Leiros-Costa e João Cassiano “Cassicobra” tocaram em algumas bandas pelo Nordeste. O suíço Stephan Thomas rodou pelo mundo até aportar de vez em terras brasileiras na década de 1990.

    O rastilho do que viria a ser o Onça Combo seria aceso, ainda que de maneira tímida e incerta, em 2014, época em que Thiago começou a tocar viola de 10 cordas. Cerca de um ano depois, quando os três entraram em estúdio para gravar este seu primeiro disco, a proposta de sonoridade buscada pelo grupo, mais do que denida, já estava amadurecida.

    Na tentativa (bem sucedida) de encontrar uma certa unidade para o disco, o Onça Combo pré-estabeleceu alguns nortes. Dentre as bases conceituais - como não escrever arranjos para as músicas, com o objetivo de entrar em estúdio “no breu” e sair tocando em busca de “climas” e de boas frases melódicas com abertura para improvisos, além de privilegiar a espontaneidade total, sem edições - a mais potente de todas estava na opção por usar a viola de maneira praticamente inédita no universo da música brasileira.

    Diferente da utilização e, consequentemente, da sonoridade da viola mais familiar a nossos ouvidos - aquela que aparece na música sertaneja tradicional, nas chamadas modas de viola -, aqui, o instrumento ocupa outro “espaço”: o do groove, em alguns momentos o de certo veículo para a psicodelia e o de criador de fraseados e melodias inspirados em escalas e estéticas que vão muito além das fronteiras do nosso país. Tudo isso, enredado com os sopros e as percussões, acaba por levar a um resultado muito interessante.

    Outra valência do Onça Combo, não menos importante na construção da identidade deste seu primeiro álbum, é a capacidade de uidez ao construir um bonito amálgama com inúmeras referências.

    Ao longo de pouco mais de 31 minutos, embarca-se em uma viagem, uma espécie de transe em que tudo isso se revela aos poucos. Há, naturalmente, lampejos de sonoridades oriundas do Nordeste brasileiro, em ritmos como o coco e o baião. Mais: a riqueza e a diversidade da cultura nordestina são contempladas de forma mais ampla. Exemplo disso é o tributo ao mestre xilogravurista Gilvan Samico, na faixa “Adeus, Samico”.

    De toda a alquimia espontânea presente neste álbum do Onça Combo, a inuência mais sublinhada vem da África. Impossível não identicar no trabalho do trio a intenção e a aura sonora de Ali Farka Touré, do tão singular blues tocado no Mali ou dos diversos caminhos seguidos no deserto pelos tuaregues do Tinariwen - em temas mântricos, circulares e modais, com poucas variações de tonalidades. São referências que despontam claramente em faixas como “Em Diáspora” ou “Repúdio à Censura em Timbuktu” (em recado contra a repressão e os crimes contra a humanidade naquela região), mas que, como uma correnteza, inundam todo o disco.

    Ao fim das dez músicas deste álbum, ca aqui uma espécie de desao sadio: saia de pernada pelo mundo, rode por Bamako ou por Tessalit, ande por João Pessoa e Campina Grande, perambule por Sevilla ou Granada, passe dias no Alto Rio Negro. Você verá que não há no mundo quem faça um som, reunindo todas essas riquezas sem parecer um Frankstein-rítimico-harmônico-melódico, com tamanha personalidade como o Onça Combo.

    — Lucas Nobile

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    Letras brancas formando GOMA em um fundo verde, com uma silhueta branca de uma pessoa pulando ou sentada no centro, sobrepondo as letras.
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