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  • Um disco de vinil parcialmente para fora da capa exibe uma arte abstrata retratando um homem barbudo, pássaros e formas geométricas em tons de verde e preto, ecoando a energia vibrante do afro-funk. O fundo verde texturizado apresenta o nome do produto “Gadiamb B: s/t” e a marca “Goma Gringa Discos” no canto inferior direito.
  • Desenho estilizado de um homem barbudo com um chapéu alto, cercado por cobras pretas e formas abstratas, sobre um fundo verde. Inspirada nos ritmos vibrantes do afro-funk, a capa apresenta “Gadiamb B: s/t” e quatro estrelas dentro de um círculo preto, capturando a energia dinâmica deste álbum instrumental da banda paulistana, lançado pela Goma Gringa Discos.
  • A capa minimalista do álbum, com um fundo off-white, apresenta o texto “Gadiamb B: s/t” no centro, com uma ilustração de um peixe preto logo abaixo. Na parte inferior, uma legenda em letras pequenas indica “GGLP-04, Goma Gringa Discos”. Inspirado na estética da banda paulistana, este álbum instrumental combina influências do afro-funk, resultando em um visual ao mesmo tempo ousado e discreto.
  • Arte quadrada apresentando um desenho estilizado de uma pessoa barbuda usando um chapéu, cercada por peixes abstratos, formas e padrões verdes acima de sua cabeça. O título do álbum “Gadiamb B: s/t” e quatro estrelas aparecem dentro de um círculo preto, capturando a energia vibrante de um lançamento instrumental de afro-funk da banda paulistana, pela Goma Gringa Discos.
  • A capa aberta do álbum “Gadiamb B: s/t”, da Goma Gringa Discos, apresenta elementos gráficos em verde e preto com desenhos inspirados em impressões digitais, a palavra “GADAMBI” e fotos dos integrantes da banda paulistana sorrindo e se apresentando, tudo sobre uma superfície de madeira — uma homenagem vibrante ao seu álbum instrumental de afro-funk.
  • Close-up da capa do disco “Gadiamb B: s/t”, da Goma Gringa Discos, que apresenta uma ilustração de um peixe verde ao lado de fotos em preto e branco de músicos com seus instrumentos. A energia criativa dessa banda paulistana transparece neste álbum instrumental com influências do afro-funk. O design apresenta a lista de faixas e os créditos sobre um fundo de madeira clara.
  • Um close-up de uma página impressa exibindo o logotipo circular “Gadiamb B: s/t”, da Goma Gringa Discos, no centro, cercado por linhas verdes e imagens em preto e branco de pessoas — evocando a energia vibrante de uma banda paulistana —, com um texto em estilo manuscrito à direita que sugere influências de álbuns instrumentais e do afro-funk.
  • Close-up da capa do álbum “Gadiamb B: s/t”, da Goma Gringa Discos, com uma ilustração de uma pessoa usando um cocar com estampas em preto e verde. A lombada exibe o título “Gadiamb B”. Inspirado na energia dinâmica da banda paulistana e em elementos do afro-funk, o design minimalista utiliza um fundo creme e formas abstratas para evocar o ritmo e o movimento característicos de um álbum instrumental.
  • Um cartão dobrável com uma ilustração abstrata de uma pessoa barbuda, acompanhada de peixes e formas geométricas sobre um fundo verde, em pé sobre uma superfície de madeira — seu design vibrante é inspirado no álbum de afro-funk “Gadiamb B: s/t”, da Goma Gringa Discos.
  • Um close-up da capa do disco de vinil “Gadiamb B: s/t”, da Goma Gringa Discos, com um design minimalista em bege, apresentando uma lista parcial de faixas e uma foto em preto e branco de músicos tocando instrumentos de corda, refletindo o estilo sofisticado característico de uma banda paulistana conhecida por seu som instrumental de afro-funk.
  • Um close-up de um livrinho branco com a ilustração de um peixe preto e um pequeno texto que diz “Gadiamb B: s/t” e “Goma Gringa Discos”, masterizado por Gō Satō, apoiado sobre uma superfície de madeira clara — uma homenagem elegante ao álbum instrumental da banda paulistana, influenciado por ritmos de afro-funk.
  • Uma mão segura um disco de vinil preto contra um fundo claro e liso. A etiqueta central exibe a inscrição “Gadiamb B: s/t”, da Goma Gringa Discos, com texto adicional e elementos de design que remetem ao afro-funk ou, possivelmente, a um trabalho instrumental de uma banda paulistana.

    Gadiamb B: s/t

    • ↘ gglp-014 • 2019 • 200 cópias

    No auge da indústria do vinil, o lado A dos discos era destinado às músicas mais comerciais dos artistas, e no lado B se concentravam as mais alternativas e autênticas. Na visão de alguns deles, seus melhores trabalhos estavam ali.
    Foi essa a inspiração de Gadiamb B para incluir um B em seu nome após quatro anos de ensaios desde a formação desta banda paulistana e a reformulação do seu trabalho. Gadiamb abraça seu lado B e lança seu primeiro álbum de estúdio, que surge instrumental e diversificado.

    Inicialmente concebido com reverência à produção de Afro-Funk nos anos 70 em países como Gana, Nigéria e Benin, o projeto buscou influências nos ritmos e sonoridades de bandas e artistas como Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou, Ebo Taylor, Peter King, Marijata, Ogyatanaa Show Band e Gyedu-Blay Ambolley.

    Nas oito faixas que compõe o repertório, a referência do afro-funk aparece em meio a tantas outras - o beat afro das baterias foi preservado, porém o som agora caminha para o groove, com influências do jazz e de ritmos brasileiros e caribenhos.

    “Marie Não Fui Eu” resgata o highlife nigeriano num convite para remexer a cintura. Na curta letra bem humorada em francês e português, Marie (Juçara Marçal) tenta descobrir numa conversa - com Kiko Dinucci - quem pegou seu croissant. Já em “Xangô”, Anaïs Sylla brinca com as palavras em francês para declarar: a Justiça é morta.

    Apresentando uma fusão de ritmos dificilmente rotulável, Gadiamb B nos oferece um álbum notável, potente e intemporal, livre de gêneros e modas.

    • Edição limitada de 200 cópias;
    • Disco de 180gr preto prensado pela Polysom;
    • A capa é o nosso modelo de capa dura empastada gatefold.
    • As artes são xilogravuras assinadas por Edson Ikê;
    • Capa: Impressão 3x0, tinta Pantone sobre papel off-set alta-alvura;
    • Forro: Impressão 3x0, tinta Pantone sobre papel offset alta-alvura;
    • Rótulos: Impressão 2x0, tinta Pantone.

    A1. BONS TUYAUX (Gadiamb b) 4:10
    A2. XANGÔ (Gadiamb b) 2:59
    A3. MARIE NÃO FUI EU (Gadiamb b, Juçara Marçal, Kiko Dinucci) 2:56
    A4. LINHA AMARAELA (Gadiamb b) 3:31

    B1. COIÓ (Gadiamb b) 3:52
    B2. RADIO CARIBE (Gadiamb b) 5:33
    B3. SABIA (Gadiamb b) 3:58
    faixa bônus lp:
    B4. POMBO MECÂNICO  (Gadiamb b) 4:37

    com
    MATTHIEU HEBRARD baixo acústico
    MAURICIO FREIRE guitarra
    PAULO BENTO flauta
    REKA ORTEGA bateria
    ROMULO NARDES atoke [a1], congas [a2, a3, a4, b1, b2], cowbell [a3, b1, b2], karkabou [a4], panderola [b1, b4], maracas [b2], triângulo [b3], sementes [b4], flexatone [b4]

    participações especiais:
    ANAÏS SYLLA voz [a2]
    KIKO DINUCCI guitarra [a2], voz [a2]
    JUÇARA MARÇAL voz [a2]

    Gravado ao vivo no YB Music (São Paulo) em abril 2018 com João Antunes, Fernando Rischbieter e Frederico Pacheco.
    Mixado por Daniel Bozzio [DvBz] no estúdio Fine Tuning (São Paulo).
    Masterisado por Carlos 'Cacá' Machado no estúdio YB Music (São Paulo).

    Arte da capa Edson Ikê
    Adaptação e diagramação vinil Frederic Thiphagne
    Fotos José de Holanda
    Editora YB Music

    Gadiamb B dedica esse disco a :
    Luiza, Roberta, Estela, Marina, Edison Martini Ortega, Vera Lucia de Castro Ortega, Helena, Laura, Leon, Luiza, Marie.


    Gadiamb B agradece pelo apoio:
    Mauricio Tagliari, Benoni Hubmaier, Carlos Machado, Daniel Toledo, Marcelo Cabral, Sthe Araújo, Isadora Bertolini, Chris Hidalgo, Thiago França, Les 3 Merveilles, Thabata da Fonseca, Rebeca Gouveia, Fred da Goma.

    Gadiamb B é um álbum que registra um processo, uma transformação, é a fotografia do momento. Já são quatro anos de ensaios desde a formação desta banda paulistana. No começo, a proposta era de um projeto de afro-funk com reverência à produção do gênero nos anos 70 em países como Gana, Nigéria e Benin. Ecoava a obra da Orchestre Poly-Rythmo de Cotonou, reverberava o legado de Ebo Taylor e levava para os palcos, além de um repertório próprio, versões de artistas como Peter King, Marijata, Ogyatanaa Show Band e Gyedu-Blay Ambolley. A audição deste trabalho atual é uma surpresa para quem conheceu a banda nesta fase anterior.
     
    Nas sete faixas que compõe o novo repertório, a referência do afro-funk aparece em meio a tantas outras – do jazz à brasileira de Hermeto Pascoal, ao balanço caribenho e o soul-jazz norte-americano dos anos 70 – e alcança o inclassificável.  Não é exatamente jazz porque não tem tanto solo nem improviso. O rótulo do funk também seria uma redução. É possível identificar também algo de hip hop (timbres, a levada da bateria, um clima), mas passa longe de se enquadrar no estilo rap – até porque é um som predominantemente instrumental, exceção às participações vocais em duas faixas. É mais, vai além, tateia um novo território.
     
    A formação clássica do rock and roll (guitarra, baixo e bateria) encontra um bom diferencial no uso da flauta de Paulo Bento. Este elemento interfere positivamente no DNA da banda, na construção do groove, cria riffs e estabelece um diálogo interessante com o baixo acústico de Matthieu Hebrard: o sopro agudo e as notas graves ora se entrelaçam em uma mesma cadência, ora disparam em direções diferentes e essa dinâmica oferece um bom equilíbrio. O uso recorrente do arco pelo baixista é outra boa sacada, que insere um som mais áspero e inesperado.
     
    É interessante também a função assumida pela guitarra de Mauricio Freire. Até rola um solo ou outro, mas nunca recorre ao virtuosismo sem direção e geralmente ela serve mais ao ritmo com muito suingue na mão direita e uma boa conexão com a bateria versátil de Reka Ortega. O percussionista Romulo Nardes (Bixiga 70) é convidado em todas as faixas e contribui para deixar o todo o ambiente rítmico com um sabor mais latino. A cantora Juçara Marçal e o guitarrista Kiko Dinucci (ambos do Metá Metá) participam da balançadíssima “Marie Não Fui Eu”, um convite para remexer a cintura à moda do highlife nigeriano. Outra participação é da cantora Anaïs Sylla que improvisa em francês na faixa “Xangô”.
     
    Há uma possível associação com o trabalho de bandas como a alemã Karl Hector & the Malcoms e a britânica Heliocentrics na combinação de várias influências para fazer surgir algo novo. O caminho está aberto e outras boas surpresas hão de surgir nas próximas curvas.

    — Ramiro Zwetsch / Patuá Discos / Radiola Urbana / julho de 2018

    Foto em preto e branco de dois músicos em um estúdio de gravação: um tocando instrumentos de percussão em primeiro plano e o outro tocando um contrabaixo atrás de uma divisória de vidro. Ambos usam fones de ouvido.
    Um homem com fones de ouvido toca guitarra elétrica em um estúdio de gravação. Ele está sentado em um sofá, concentrado em sua execução. O fundo mostra uma parede com luminárias modernas. A imagem é em preto e branco.
    Um músico toca contrabaixo em um estúdio de gravação, cercado por microfones e equipamentos. A imagem em preto e branco o mostra sentado atrás de uma divisória de vidro sobre um tapete estampado.
    Foto em preto e branco de um músico com fones de ouvido tocando violão em um estúdio de gravação, sentado atrás de uma tela, com uma bateria e microfones visíveis em primeiro plano.
    Uma pessoa com cabelo cacheado e fones de ouvido está em frente a um microfone em um estúdio de gravação com painéis de madeira, com os olhos fechados e a mão no rosto, parecendo profundamente concentrada.
    Um homem usando fones de ouvido toca flauta em uma sala mal iluminada, com iluminação suave e elementos de fundo desfocados. A imagem é em preto e branco.
    Um homem usando fones de ouvido toca bateria em um estúdio de gravação, cercado por vários microfones. Ao fundo, um contrabaixo está em uma sala separada, atrás de uma divisória de vidro. A imagem é em preto e branco.
    Um homem está sentado tocando guitarra elétrica em um estúdio de gravação, usando fones de ouvido. Um violão acústico repousa ao lado dele. Outra pessoa é visível ao fundo, trabalhando em um piano ou teclado. A imagem é em preto e branco.
    Foto em preto e branco de cinco pessoas em um estúdio de gravação; uma pessoa em primeiro plano toca flauta, enquanto outras estão em pé ou sentadas com fones de ouvido, cercadas por equipamentos de áudio e painéis de madeira.
    Um homem usando fones de ouvido e segurando um papel está em frente ao microfone em um estúdio de gravação, sorrindo e apontando para a esquerda; outra pessoa está em pé ao fundo, também sorrindo.
    Close em preto e branco de uma pessoa tocando flauta, com foco nas mãos pressionando as teclas. A pessoa está usando fones de ouvido e o fundo está desfocado.
    Quatro homens sentados em um sofá em frente a uma tela estampada, sorrindo e conversando. A foto em preto e branco captura uma atmosfera descontraída e alegre entre o grupo.
    Um homem está sentado em um sofá em um estúdio de gravação, tocando uma guitarra elétrica. Ele veste uma camisa xadrez e tênis, concentrado no instrumento. Equipamentos de estúdio e um estojo de guitarra são visíveis ao fundo.
    Duas pessoas estão juntas, sorrindo e abraçadas calorosamente. Uma delas segura um pedaço de papel. A imagem é em preto e branco, em um ambiente interno com painéis de madeira ao fundo.
    Quatro homens conversam em pé em um estúdio de gravação repleto de equipamentos de áudio. Dois homens se olham de frente para o outro, enquanto outro se apoia em um console e um quarto fica em pé perto da parede do fundo. A imagem é em preto e branco.
    Um homem usando fones de ouvido e uma camisa estampada está sentado em um estúdio, tocando maracas em frente a um microfone. Ao fundo, é possível ver um conjunto de congas e um sofá. A imagem é em preto e branco.
    Um homem usando fones de ouvido toca bateria em um estúdio de gravação com paredes revestidas de madeira. Microfones estão dispostos ao redor da bateria e luzes redondas pendem do teto. A imagem é em preto e branco.
    Foto em preto e branco de uma mulher de cabelos cacheados cantando ao microfone, de olhos fechados, usando um blazer. O fundo está desfocado, criando uma atmosfera melancólica e intimista.

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    Letras brancas formando GOMA em um fundo verde, com uma silhueta branca de uma pessoa pulando ou sentada no centro, sobrepondo as letras.
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