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  • Metá Metá c/ Tony Allen: Alakorô
  • GG7-003 Meta Meta com Tony Allen Alakoro 7" Compacto Goma Gringa disco vinil vinyl record
  • GG7-003 Meta Meta com Tony Allen Alakoro 7" Compacto Goma Gringa disco vinil vinyl record
  • GG7-003 Meta Meta com Tony Allen Alakoro 7" Compacto Goma Gringa disco vinil vinyl record
  • Uma capa de álbum desenhada à mão intitulada Meta² com Tony Allen apresenta arte abstrata em preto com figuras humanas e animais em uma capa quadrada branca com texto vermelho e preto, sobre uma superfície de madeira.
  • Close-up de um desenho de linha preta em papel branco mostrando uma figura humana abstrata com olhos grandes, cabeça estampada e braços levantados, cercada por outras formas e rostos abstratos.
  • Close-up de um canto de papel impresso sobre uma superfície de madeira, com esboços e um logotipo M vermelho em negrito com a palavra MINI abaixo. O texto GOMA GRINGA APRESENTA está escrito na borda esquerda.
  • Close de dois envelopes brancos sobrepostos, ambos carimbados com o número 001. Um dos envelopes apresenta um adesivo ilustrado com uma figura meditando e vários objetos. O canto de uma superfície de madeira é visível.
  • Vários folhetos ilustrados e um disco de vinil estão espalhados sobre uma superfície de madeira. As ilustrações apresentam rostos e figuras abstratas e expressivas em tinta preta sobre papel branco e laranja, juntamente com texto estilizado e detalhes do evento.
  • Uma mão segura um disco de vinil preto. O rótulo exibe uma arte abstrata de duas figuras estilizadas e a palavra META em letras maiúsculas vermelhas no lado esquerdo. O fundo é branco liso.
  • Uma capa de álbum quadrada com arte abstrata em preto de figuras humanas e animais, com texto em vermelho e preto: Goma Gringa Discos apresenta ME TA² com Tony Allen, Alakoro. O álbum repousa sobre uma superfície de madeira.
  • Um cartão vermelho e branco dobrado com texto em português está em pé sobre uma superfície de madeira. O cartão apresenta os títulos META META, COMO OGÚN OFERECE e detalhes do evento ou música em texto preto.
  • Desenho em preto e branco de uma figura arredondada e manchada, deitada com a mão levantada, cercada por formas e rostos abstratos em um fundo branco. O estilo é semelhante a um esboço e surreal.
  • Close de um papel impresso vermelho com texto preto em português, listando nomes, funções como bateria e guitarra, e créditos de produção, parcialmente desfocado.
  • Dois livretos com texto geométrico em negrito com a palavra MULA escrita na capa, um em laranja e outro em vermelho, estão empilhados sobre uma superfície de madeira. Desenhos simples são parcialmente visíveis no livreto superior.

    Metá Metá c/ Tony Allen: Alakorô

    • ↘ gg7-003 • 2014 • 1a edição 300 cópias • 2a edição 300 cópias
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    Denso e espiritual, o trio paulista Metá Metá lança o compacto 'Alakorô' (‘dono do pequena coroa’ em iorubá) que conta com a participação do lendário Tony Allen, baterista nigeriano idealizador do Afro-Beat ao lado de Fela Kuti.

    • O lado A, ‘Alakorô’ é uma saudação para Oyá, onde ritmo e melodia induzem a um transe, guiados ora pelo canto de Juçara Marçal, ora pelo saxofone de França.

    • O Lado B, ‘São Paulo No Shakin’, propõe uma leitura mais urbana do encontro entre o saxofonista Thiago França, o baixista Marcelo Cabral e o produtor Daniel Bozzio com Tony Allen, onde o ritmo repetitivo e fluido é levado pelo saxofone numa produção sinuosa e hipnótica.

    “Rootsy and modern at the same time, Metá Metá are inventors for the new music scene in Brazil" — Tony Allen

    Lado A • Alakorô (Metá Metá + Tony Allen)
    Lado B • SP No Shakin' (Thiago França + Tony Allen)

    ALAKORÔ
    produzido por Thiago França, Marcelo Cabrale Daniel Bozzio
    mixado por Daniel Bozzio
    masterizado por Felipe Tichauer
    Thiago França- sax tenor, pocket piano
    Marcelo Cabral - baixo, pocket piano
    Daniel Bozzio - samples
    Maurício Bade - percussão
    Tony Allen - bateria

    SP NO SHAKIN
    produzido por Thiago França
    mixado por Daniel Bozzio
    masterizado por Felipe Tichauer
    Juçara Marçal - voz
    Kiko Dinucci - violão, guitarra
    Thiago França - sax tenor
    Marcelo Cabral - baixo
    Maurício Bade - percussão
    Tony Allen - bateria

    Arte - Kiko Dinucci
    Produção Gráfica - Frederic Thiphagne

    — 1a edição
    • 300 cópias numeradas;
    • Impressa em LetterPress (tipografia) pelo Estudio Carimbo;
    • Impressão 2x0, preto e vermelho, baixo relevo sobre papel Bambu;
    • Espessura do papel pintado em vermelho;
    • As 100 primeiras cópias vieram com um CD Bônus do show de Metá Metá com Tony Allen na Serralheria - SP.

    — 2a edição
    • 300 cópias numeradas;
    • Impressa em Risograph pela Meli Melo Press;
    • Impressão 2x0, preto e vermelho. Porem, das 300 cópias, 50 ficaram com cores diferentes, preto e laranja.

    Ògún, o ferreiro de Ire, gostava de sua liberdade. Morava na forja, na última rua da cidade, com sua esposa Oyá, que o ajudava. Sua casa não tinha porta ou janela e o teto era formado pelas folhas de mariwo, que impediam a chuva e o excesso de sol de incomodá-lo. Ele via os amigos passarem na rua e os saudava com um aceno.
    Era considerado homem importante, e foi presenteado pela comunidade com um "akoro", pequena coroa de metal que usava com muito orgulho.

    Pedira ao seu irmão Ode, o caçador, também chamado Osóòssi, que caçasse para ele um enorme touro selvagem que vivia por perto. Tratou o couro do animal e fez dele um enorme fole. Sua esposa Oyá manejava o fole o dia todo, enquanto ele trabalhava na forja, com o calor em seu rosto. E quem passava naquela rua ouvia a música que saia da forja: "Wuuush", fazia o fole. "Lakaiye, lakaiye", ecoavam a bigorna e o martelo. Havia muito trabalho e Ògún e Oyá não paravam nunca.

    Uma família resolveu certo dia realizar uma festa para o velho Pai que morrera no ano anterior. Contrataram a Sociedade Egungun da aldeia, cerimónias de propiciação foram feitas pelos Sacerdotes, e o Egungun do velho Pai passeou todo o dia pela cidade, com a família e os amigos atrás, felizes de rever seu Pai de volta ao mercado, tomando sol na praça, andando na estrada, entrando nas casas, brincando e conversando com todos.

    Bem mais tarde, Egungun passou pela forja, para rever seu amigo ferreiro. E, ao ouvir a música que saia de lá, pôs-se a dançar na rua. Todos ao seu redor riam e gritavam de alegria, Ògún acelerava os movimentos, e o "Lakaiye, lakaiye" saia mais forte. Oyá manejava rapidamente o fole, e ouvia-se "Wuuush, wuuush, wuuush", quase sem parar. O povo aplaudia aquela música e cada vez mais juntava gente ao redor da forja. Ògún estava muito orgulhoso de sua mulher. Ela realmente era muito forte, tinha bom ritmo, sabia como transformar seu fole em um instrumento musical, e com isso encantara e dominara a Egungun, tido como difícil de lidar.

    A noite caiu e Egungun ainda dançava na rua. Ògún disse a Oyá que largasse o fole e fosse dançar com Egungun. Ele ao mesmo tempo manejaria o fole e bateria o martelo. E por horas e horas, Oyá e Egungun dançaram e alegraram o povo de Ire. Ògún então tirou seu akoro da cabeça e presenteou com ele sua esposa Oyá, dizendo à ela: "Oyá, iyawo mi, akoro mi lonoon." (Oyá, minha esposa, use meu akoro na rua). E a partir de então, Oyá teve o direito de usar um akoro de metal na cabeça, direito este que conserva até hoje, na velha Mãe África e no novo mundo, sendo a única ayaba que pode fazê-lo, uma vez que seu marido Ògún Alakoro ( o dono do akoro), a autorizou a isto.

    Oyá ficou conhecida então como "aquela que usa akoro na rua", "aquela que faz Egungun dançar com a música da forja", "a Mãe que dança com o filho toda a noite sem se cansar", "a poderosa Mãe que conseguiu cansar Egungun", "mulher de Orixá Ògún que recebeu dele o akoro e com ele divide os poderes sobre a forja", "a que tem akoro e o usa na rua, sem que seu dinheiro tenha sido gasto para isso"

    — Ìyá Sandra Medeiros Epega

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